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Suicídio ou desintoxicação?

21.10.13

Já me tinha apercebido que alguma coisa não estava bem. Hoje, o facto de ser notícia as várias falhas a nível técnico do Facebook em praticamente todos os maiores órgãos de comunicação social do país, percebi que a futilidade se tinha apoderado não só das nossas vidas, bem como isso já se espelhava nas notícias. Chamaram-lhe o dia de problemas no Facebook, ocupando lugares destacados na presença dos diversos órgãos noticiosos na rede. Já eu, chamo-lhe o dia do suicídio, ou será da desintoxicação?

Chamam suicídio virtual à eliminação de perfis nas redes sociais. Parece que o número de pessoas que abandona este tipo de plataformas está em crescendo. Eu há vários meses que pondero fazer o mesmo, mas tenho de admitir que tal como existia uma pressão para se ter um perfil no Facebook, existe também pressão para permanecer na mesma plataforma dada a preferência de outros pelo contacto por esta via.

Decidi então tornar-me um suicida virtual. O Facebook não trouxe nada de novo. Estou tão disponível ou mais por outras vias. Tenho um número de telefone móvel, uma conta de correio electrónico e um blogue. Alternativamente também uso o Viber. Daí que não me sinta de maneira nenhuma desligado do mundo. Resolvi apenas simplificar as coisas.

Podia deixar aqui um rol de justificações para esta decisão. Limito-me a dizer que o Facebook nos leva a gastar demasiado tempo com publicações e conversas superficiais, e essencialmente foi isso que me retirou o interesse.

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Publicado às 19:22


5 comentários

De Daniel Marques a 25.10.2013 às 00:38

Ao que parece apenas fica desactivado, podendo ser reactivado a qualquer altura pelo dono do perfil. Enquanto desactivado ele está indisponível ao público.

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