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A revolução islandesa

16.10.12

Começam por ser decisões políticas que se tornam autênticas lições de democracia para o mundo. A Islândia parece ser, no entanto, um caso à parte. Estamos a falar de um país onde são os islandeses que o constroem, que põem e dispõem dos governos que lá metem e das políticas que se seguem.

Admito que o caso islandês possa ser aproveitado politicamente e por isso alvo de algum romantismo. No entanto, teremos de nos basear nos factos. E facto é que a Islândia está a conseguir escapar desta crise, impondo-se perante os credores em vez de sobrecarregar os contribuintes. É algo que está a escapar aos média, talvez até propositadamente.

A revolta popular provocou a queda de um Governo e mais tarde nova revolta popular leva a que o país se recuse a pagar os prejuízos bancários. Os responsáveis dos crimes que entalaram o país são responsabilizados à conta da pressão popular. E parece ser o único país no mundo motivado para isso.

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Publicado às 22:08


2 comentários

De P a 26.10.2012 às 10:44

 Tenho imensas dúvidas sobre imensas coisas agora sobre o propositado da discrição da imprensa portuguesa sobre a Islândia não tenho dúvidas nenhumas. Até posso estar enganado mas lá que é uma certeza minha lá isso é. E mais digo: sem querer generalizar acho que se pode afirmar que a imprensa portuguesa é na generalidade uma correia de transmissão dos valores e interesses dos poderosos. Sem falar do, para mim evidente, snobismo da classe.

De Daniel Marques a 26.10.2012 às 14:07

É por isso que cada vez mais teremos tentativas em se criar limitações à Internet. E é importante que os blogs se tornem uma alternativa para a diversidade de valores e fazedores de opinião.

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